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Barretos (SP) sedia palestra sobre boas práticas de identificação animal

A identificação eletrônica pode ser um grande aliado ao produtor em sistemas de confinamento. No entanto, é importante estar atento às “Boas práticas de identificação animal” e garantir que a aplicação seja realizada de forma segura e tranquila, para que os animais não passem por sofrimento desnecessário, o que pode prejudicar o desempenho, causar danos à carcaça e prejuízos na qualidade da carne. Este assunto será tema de palestra na Escola de Pecuária da ASSOCON, em Barretos (SP), no dia 31 de julho, ministrado pelo gerente de grandes contas da Allflex, Welton Domingues Oliveira.

“Um dos fatores que garante a retenção dos identificadores é o procedimento de aplicação. É fundamental que as pessoas responsáveis por este manejo conheçam bem o seu trabalho e os animais que conduzem, de modo a minimizar o estresse e suas consequências”, aponta Oliveira.

Ao aliar as boas práticas de manejo, o especialista afirma que esse tipo de ferramenta de gestão pode melhorar os índices de produtividade, reduzir o número de contusões nas carcaças e diminuir o estresse do rebanho com manejos desnecessários.

“O sistema de identificação eletrônica oferece ao pecuarista uma gestão mais eficiente do rebanho e otimiza o tempo de trabalho. São sistemas que utilizam sinais de rádio frequência (RFID). Com isso, diminuímos também o contato com os animais, o risco de acidentes e reduzimos também o número de contusões nas carcaças”, explica.

Além de facilitar o manejo, o sistema eletrônico de identificação oferece eficácia nas coletas de dados, de forma simplificada. “As informações são captadas e transmitidas de forma rápida, automatizada, com segurança e não há erros”, salienta.

Os identificadores eletrônicos, também são conhecidos como “chip do boi”, são especialmente indicados aos criatórios comerciais, pois além da facilidade de leitura, feita por RFID, é de fácil recuperação após o abate.

A Allflex oferece uma ampla gama de produtos para identificação visual e eletrônica dos rebanhos que ajudam na gestão da atividade, bem como colares de monitoramento que captam sinais de atividades, como ruminação e ofegação da vaca, enviando-os a um software para tornar o processo reprodutivo mais assertivo.